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Estojo Prata Proof 5€ Portugal 2025 Azulejaria Portuguesa Espelho do tempo
O conjunto é disponibilizado numa edição única composta pelas cinco moedas, não estando prevista a sua aquisição individual.
Emissão: 3000 Unidades
Cada moeda, em prata proof, apresenta um formato quadrado e incrustações cerâmicas (em zircónia) coloridas, evocando o brilho vidrado do azulejo português.
UM OBJETO DE COLEÇÃO ÚNICO
O conjunto é composto por cinco moedas em prata com acabamento proof, apresentadas num formato quadrado marcado por uma grelha de 12 por 12 quadrículas.
SÉCULO XVI
Azulejo Hispano-Mourisco
A herança geométrica e a estética islâmica encontram o início da produção portuguesa. Estrelas, entrelaçados e cores suaves em padrão repetido marcam a primeira grande influência do nosso azulejo
SÉCULO XVII
Azulejo de Padrão
O século da cor e da padronagem. Surgem os reconhecíveis efeitos de tapeçaria, o azul intenso, os amarelos vibrantes e motivos como a camélia e a ponta de diamante, símbolos das igrejas e palácios do período barroco.
SÉCULO XVIII
Azulejo Figurativo
O azulejo torna-se narrativa. Figuras de convite, cenas religiosas, mitológicas e quotidianas dominam os grandes painéis joaninos e pombalinos. A cor azul atinge o estatuto icónico que perdura até hoje.
SÉCULO XIX
Azulejo Revivalista
O gosto pelo Manuelino, pelo Mourisco e pelos brasões redefine a decoração de fachadas. A influência do Brasil, das novas fábricas e dos métodos industriais faz nascer um século de luz, cor e expansão urbana.
SÉCULO XX
Azulejo de Autor
Da Arte Nova ao modernismo, de Jorge Colaço a Maria Keil, Querubim Lapa ou Lourdes Castro, o azulejo torna-se suporte de expressão artística contemporânea. É o século que transforma o azulejo em arte pública.
O autor
Eduardo Aires
Professor associado na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e diretor artístico do Studio Eduardo Aires, um atelier de design multidisciplinar no Porto. O estúdio desenvolve projetos para diversas empresas e instituições nacionais de grande relevância.
É autor das identidades visuais das cidades do Porto e de Mirandela, bem como do Mercado do Bolhão. O seu trabalho integra publicações de referência internacional, como a History of Graphic Design (Taschen, 2018), e estudos sobre a história do design em Portugal.